opraela

Tuesday, June 13, 2006

A PAZ QUE QUE HOJE TRAGO NO PEITO...







A paz que trago hoje em meu peito é diferente da paz que eu sonhei um dia...

Quando se é jovem ou imaturo, imagina-se que ter paz é poder fazer o que quer, repousar, ficar em silêncio e jamais enfrentar uma contradição ou uma decepção.

Todavia, o tempo vai nos mostrando que a paz é resultado do entendimento de algumas lições importantes que a vida nos oferece.

A paz está no dinamismo da vida, no trabalho, na esperança, na confiança, na fé...

Ter paz é ter a consciência tranqüila,
é ter certeza de que se fez o melhor ou, pelo menos, tentou...

Ter paz é assumir responsabilidades e cumprí-las, é ter serenidade nos momentos mais difíceis da vida.

Ter paz é ter ouvidos que ouvem, olhos que vêem e boca que diz palavras que constroem.

Ter paz é ter um coração que ama...

Ter paz é não querer que os outros se modifiquem para nos agradar, é respeitar as opiniões contrárias, é esquecer as ofensas.

Ter paz é aprender com os próprios erros,
é dizer não quando é não que se quer dizer...

Ter paz é ter coragem de chorar
ou de sorrir quando se tem vontade...

É ter forças para voltar atrás, pedir perdão,
refazer o caminho, agradecer...

Ter paz é admitir a própria imperfeição
e reconhecer os medos, as fraquezas, as carências...

A paz que hoje trago em meu peito é a tranqüilidade de aceitar os outros como são,
e a disposição para mudar as próprias imperfeições.

É a humildade para reconhecer que não sei tudo e aprender até com os insetos...

É admitir que nem sempre tenho razão e, mesmo que tenha, não brigar por ela.

A paz que hoje trago em meu peito
é a confiança NAQUELE que criou e governa o mundo...

A certeza da vida futura e a convicção
de que receberei,
das leis soberanas da vida, o que a ela tiver oferecido.

Às vezes, para manter a paz que hoje mora em meu peito, é preciso usar um poderoso aliado chamado silêncio.

Lembre-se de usar o silêncio:

Quando ouvir palavras infelizes;

Quando alguém está irritado;

Quando a maledicência lhe procura;

Quando a ofensa o golpeia;

Quando alguém se encoleriza;

Quando a crítica o fere;

Quando escuta uma calúnia;

Quando a ignorância o acusa;

Quando o orgulho o humilha;

Quando a vaidade o provoca.

O silêncio é a gentileza do perdão
que se cala e espera o tempo,
por isso é uma poderosa ferramenta
para construir e manter a paz.

(Desconheço a autoria)